Fiocruz recebe inscrições para Olimpíada de Saúde e Meio Ambiente


Inscrições para professores e alunos abertas até 31 de maio

Professores e alunos de todo Brasil já podem contribuir para a melhoria das condições ambientais e de saúde no país, por meio de trabalhos criativos e inéditos. A iniciativa faz parte da 5ª Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (OBSMA), promovida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

São aceitos materiais como vídeos, documentários, reportagens, redações e projetos de ciências. As inscrições estão abertas até o dia 31 de maio e são realizadas no site www.olimpiada.fiocruz.br

O projeto olímpico premia trabalhos de jovens, do 6° ao 9° ano de ensino fundamental e do 1° ao 3° ano do ensino médio, de todas as escolas reconhecidas pelo Ministério da Educação (Mec). É papel do profissional de educação orientar a produção dos trabalhos, por meio de atividades pedagógicas em sala de aula, assim como inscrever gratuitamente o material no site.

A novidade deste ano fica por conta da inclusão de uma nova modalidade de trabalho, a Produção Audiovisual. Já as modalidades Elaboração de Textos e Projeto de Ciências, que fizeram parte da última edição, permanecem. Na nova modalidade de vídeo são aceitos documentários, slides sonorizados e reportagens, entre outros formatos, sobre as temáticas de saúde e meio ambiente.

Já nos trabalhos de texto, é desejável que os contos ou as poesias, como por exemplo, venham acompanhados de imagens do tipo quadrinhos ou pinturas. Nos Projetos de Ciências são permitidos trabalhos diversos, incluindo experimentos científicos ligados aos temas da Olimpíada.

A coordenadora da OBSMA, Cristina Araripe, acredita que o diferencial da Olimpíada está na valorização de trabalhos criativos, colaborativos e inéditos, no lugar de provas ou testes. "É preciso que novas práticas educacionais e científicas ganhem espaço, para que a saúde e o meio ambiente não sejam tratados de maneira desarticulada. Pretendemos contribuir para a formação de cidadãos conscientes e capazes de refletir sobre estas temáticas, além de aproximar a promoção da saúde do cotidiano escolar", explicou Cristina.

Entre os prêmios oferecidos está uma viagem de três dias ao Rio de Janeiro, ao professor responsável e a um aluno representante do trabalho vencedor, para participar da Cerimônia de Premiação Nacional, na Fiocruz. Além disso, a escola do projeto premiado ganhará um banner e os participantes recebem medalhas.

(Assessoria de Imprensa da OBSMA)

Mudanças climáticas e sua influência na produção agropecuária


Sempre que as causas das mudanças climáticas são discutidas, os combustíveis fósseis são colocados no topo da lista como causadores do aquecimento global. Por outro lado, acredita-se que o ciclo de vida da cadeia de produtiva de animais tem sido amplamente subestimado como fonte geradora de gases de efeito estufa (GEE).

Existem as fontes diretas e indiretas de emissões de GEE pelos animais agropecuários, sendo que algumas delas são subestimadas, outras são ignoradas e algumas outras são contabilizadas, tais como, a produção de metano (CH4), monóxido de carbono (CO), dióxido de carbono (CO2) e óxido nitroso (N2O).

Clima afeta a produção animal de quatro formas: (a) o impacto das mudanças na alimentação dos animais, a disponibilidade de grãos e os preços; (b) os impactos sobre as pastagens de gado e produção de forragem e qualidade; (c) mudanças na distribuição das doenças animais e pragas e (d) os efeitos diretos do tempo e eventos extremos sobre a saúde animal, crescimento e reprodução.
Os efeitos indiretos do clima impulsionam mudanças no resultado do desempenho animal, principalmente de alterações no ambiente nutricional. Pesquisas afirmam que as mudanças no clima afetam a qualidade e a quantidade da forragem produzida. Os impactos da mudança climática sobre pastos e pastagens podem incluir a deterioração da qualidade da pastagem de qualidade inferior para gramíneas subtropicais em regiões temperadas, como resultado de temperaturas mais elevadas e menos geadas.

Alterações de temperatura e regimes de precipitação podem resultar em uma disseminação de doenças e parasitas em novas regiões ou produzir um aumento na incidência da doença, que, por sua vez, reduzem a produtividade animal e, possivelmente, aumentar a mortalidade de animais.

Os efeitos diretos envolvem trocas de calor entre o animal e o meio ambiente que estão relacionadas com a radiação, temperatura, umidade e velocidade do vento. Sob condições climáticas atuais, a falta de capacidade dos animais de dissipar o calor do ambiente determina que, em locais do mundo, os animais sofrem estresse térmico durante, pelo menos, uma boa parte do ano, principalmente no verão. Estresse de calor tem uma variedade de efeitos prejudiciais para a pecuária, com efeitos significativos na produção de leite e reprodução em vacas leiteiras. Eventos extremos, como ondas de calor, podem afetar especialmente carne bovina e frangos de corte.

By: Flávio Alves Damasceno

Fonte: http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=21406&secao=Artigos%20Especiais

Nestlé, dê um tempo para as florestas

Há uma semana, o Greenpeace tem deixado a Nestlé de cabelo em pé. Tudo começou com um vídeo-denúncia exigindo que a Nestlé pare de usar óleo de dendê de empresas que destroem as florestas tropicais da Indonésia - atingindo as comunidades locais e os oragotangos nativos. De lá para cá, graças às trapalhadas da empresa para encobrir os fatos, ciberativistas de todo o mundo deram um show de bola com inúmeros protestos on-line.

Dê só uma olhada:

* A Nestlé pediu para que o YouTube tir
asse nosso vídeo da
web, mas, como muita gente já tinha repostado, ele começou a
pipocar em diversas contas ficou impos
sível eliminá-lo do ar.
Até agora, mais de 600 mil pessoas já assistiram ao vídeo.

* Os usuários do Facebook visitaram a
página da Nestlé
para perguntar se a empresa iria parar de comprar de fornecedores
que desmatam para plantar dendê e re
ceberam respostas mal-educadas.
Apesar da tentativa da Nestlé de abafar o caso, inúmeros sites e
blogs deram a notícia.


* Mais de 100 mil pessoas em todo o mundo enviaram ao presidente da
Nestlé na Suíça, Paul Bulcke, uma c
arta apontando os problemas e
pedindo soluções.

As ações de cada um de vocês têm um grande impacto na decisão da Nestlé. Se você não participou, ainda dá tempo.

Envie um e-mail exigindo que a empresa pare de usar óleo de dendê produzido às custas da destruição das florestas. Depois não se esqueça de compartilhar nosso vídeo com seus amigos.


Obrigado pelo seu apoio,


Greenpeace

Perigo no Feijão...

IMPORTANTE SABER


Como se não bastasse a gripe suína, lá vem mais bomba!!!!
MATÉRIA DIVULGADA EM VÁRIOS SITES DE AGRICULTURA,
PORÉM FOI MISTERIOSAMENTE TIRADA DO AR.
LEIA, POIS É MUITO PERIGOSO.

Confirmado na última semana o 83º caso de Chagas contraído a partir do Feijão servido nas refeições dos brasileiros.

Pelo que foi divulgado pela mídia especializada na última quarta-feira toda a colheita entregue por uma cooperativa de plantadores de feijão (COOVENF) está contaminada com o protozoário da doença de Chagas (tripanosoma cruzi), oriunda do Barbeiro.
A doença se alastrou com rapidez, pois a cooperativa atende a mais de 18 empresas que embalam o Feijão e o distribuem para todo Norte, Centro Oeste e Sudeste do Brasil.

O que é mais alarmante é que foi constatado que os lotes não foram tirados de circulação, fazendo com que o número de infectados aumente a cada semana.

É sabido que já se contraiu CHAGAS a partir dos tipos carioquinha, jalo e preto, porém especialistas da UNIUPS-GO - Universidade Ubirajara Pereira de Souza de Goiás estão analisando se os tipos mulatinho, roxinho e branco também estão contaminados, uma vez que todos são originários da mesma Cooperativa.
A Maioria dos doentes estão no sul do estado de Goiás, São Paulo e Minas, porém sabe-se que há casos no Acre, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Infectologistas estão recomendando que se troque temporariamente o feijão por Canjica ou Grão de Bico (imunes ao Chagas) porém, se for indispensável o uso do grão do feijão nas refeições, aconselham que use 4 gotas de dendê ou 2 de vinagre de maçã no feijão que fica de molho pós-lavagem.