Selo: Esse disperta a consciência ecológica!

Olá amigos blogueiros, criamos esse selo para presentear aqueles blogs que desenvolve belíssimos trabalhos com essa questão ambiental e ecológica.
De acordo com os termos de indicação, o selo homenageia os melhores blogs.

As regras para as indicações são:

1) Colocar o prêmio em situação visível ou linká-lo;
2) Anunciar através de um link, o blog que o premiou e premiar até outros 15 blogs, avisando cada blogueiro sobre a premiação.

Copiem e colem o selo abaixo em seu Blog:

Agradecimento


Olá amigos que nos acompanham e nos visitam, mais uma vez venho agradecer pelos selos que os amigos nos confere. A amiga Rosângela do blog http://ciencisagora.blogspot.com/, nos honra imensamente com a indicação do selo temático ambiental " Não faço parte do problema. Faço parte da solução."
É com grande satisfação que faço as minhas indicações.

Mestrado em Ciência e Tecnologia ambiental oferece 21 vagas

O Programa de Pós-Graduação em Ciência e Tecnologia Ambiental (MCTA), da Universidade Estadual da Paraíba, está oferecendo 21 vagas para graduados em mais de 10 áreas do conhecimento, cujos diplomas tenham sido obtidos em Instituições de Ensino Superior reconhecidas pelo Conselho Nacional de Educação. O MCTA é recomendado pela Capes, tem duas áreas de concentração (Tecnologia Ambiental e Ciência Ambiental) e trës linhas de pesquisa (Saneamento Ambiental, Ecologia do Semi-árido e Física e Meio Ambiente). Conta com uma significativa cota de bolsas.
As inscrições vão até o dia 27 de novembro. O processo de seleção será desenvolvido em trës etapas: prova de língua estrangeira, prova de conhecimento específico e entrevista. No ato da inscrição o candidato, além de documentos pessoais e comprovante de conclusão de curso, deve apresentar cartas de recomendação, ante-projeto de pesquisa e currículo Lattes. Podem concorrer candidatos oriundos de cursos como Biologia, Bioquímica, Engenharia Civil, Engenharia Sanitária, Engenharia Ambiental, Química, Engenharia Química, Química Industrial, Agronomia, Física e Ecologia.

CONHECENDO A ECOLOGIA MICROBIANA DO SOLO


Os microrganismos apresentam versatilidade metabólica e toleram várias condições ambientais desfavoráveis para organismos macroscópicos; além disso, devido a seu tamanho diminuto, estão sujeitos à dispersão por vários meios (e.g. vento, água, animais). Essas são as principais causas da ubiquidade dos microrganismos na natureza. No solo, a diversidade e a densidade microbiológica, assim como suas funções, estão relacionadas a características intrínsecas desse

O solo é um habitat extremamente peculiar com relação a outros habitats terrestres, em vista de sua natureza homogênea, complexa e dinâmica. Tais características permitem que organismos com metabolismos díspares possam conviver lado a lado, interagindo em estado de equilíbrio dinâmico muitas vezes com relações de dependências essenciais para sua sobrevivência, proporcionando, assim, condições ideais para uma biodiversidade extremamente elevada. Essas mesmas características são o principal impedimento para a introdução de tecnologias de manejo biológico, cujo efeito no solo é, em muitos casos, impossível de prever. Nesse sentido, o solo pode ser considerado como uma “caixa-preta”, e muitos esforços têm sido feitos para o desenvolvimento de técnicas que possibilitem estudos visando identificar seus componentes abióticos e bióticos, além da interação entre eles e sua participação nos processos do solo.

Os componentes bióticos apresentam-se na seguinte ordem hierárquica:

Genes —» Células —» Órgãos —» Organismos —» Populações —» Comunidades —» Ecossistemas

Uma população consiste em muitos organismos de um mesmo tipo vivendo juntos e uma comunidade consiste em populações de tipos diferentes que vivem no mesmo lugar. As comunidades biológicas e os componentes abióticos (matéria e energia) do ambiente físico-químico formam os ecossistemas, que podem diferir em extensão; podem, ainda, ser bastante amplos como uma floresta, ou diminutos como o trato intestinal de uma minhoca ou a rizosfera de uma planta. O nicho ecológico compreende o espaço físico ocupado por um organismo, seu papel funcional na comunidade e suas características de adaptação a condições ambientais.

Ecologia do solo é a parte da biologia que tem por objetivo o estudo das relações entre os seres vivos com seu meio natural e da sua adaptação ao ambiente ou, segundo Odum (1971), é o estudo da estrutura e função do ecossistema. A estrutura compreende: a composição da comunidade biológica (número de espécies e de indivíduos, biomassa e distribuição espacial das populações), quantidade e distribuição dos componentes abióticos e faixa gradiente das condições ambientais. A função envolve processos relacionados com: fluxo de energia, ciclagem biogeoquímica e regulação mútua dos organismos e do ambiente.

O solo como habitat é um sistema heterogêneo, descontínuo e estruturado, formado por micro-habitats discretos com diferentes características químicas, físicas e comunidades biológicas. Tais características são altamente interdependentes, de modo que não se pode modificar nenhuma delas sem modificar as demais. Além disso, algumas podem ser medidas, enquanto a mensuração de outras não é possível com o conhecimento atual. O micro-habitat ou microssítio é o local particular - ou volume do solo - onde células, populações ou comunidades microbianas são encontradas e cujo status físico-químico (microambiente) influencia seu comportamento, que, por sua vez, também influenciam o ambiente dentro desse espaço.

Microambiente do solo é uma situação físico-química na qual a célula, populações ou comunidades microbianas em particular encontram-se num dado momento. Diversos fatores físicos e químicos atuam simultaneamente determinando as condições ambientais, que são dinâmicas, devido à interação dos diversos fatores.

Para entender melhor a ecologia do solo é importante ressaltar alguns dogmas:

a) a comunidade reflete seu habitat;

b) um organismos se multiplica até que limitações bióticas ou abióticas sejam impostas contrabalançando a taxa de crescimento;

c) quanto maior a complexidade da comunidade biológica, maior sua estabilidade;

d) para qualquer mudança de um fator, um ótimo diferente passa a existir para todos os outros.

O equilíbrio biológico de um ecossistema baseia-se nas seguintes premissas:

Complexidade biológica —» Garante relações diversas —» Limita a explosão populacional —» Gera equilíbrio

Ou seja, uma elevada complexidade biológica garante relações diversas, as quais limitam a explosão populacional, gerando, assim, condições de equilíbrio biológico do sistema. A complexidade biológica é função direta da diversidade genética da comunidade, que é definida pelo número de espécies, indivíduos e processos. As relações entre os organismos tanto podem ser positivas como negativas. Estas últimas são necessárias porque evitam explosões populacionais. Uma comunidade em equilíbrio com seu ambiente sofre menor efeito de fatores externos e está sob estado denominado tampão biológico. A diversidade genética das comunidades também ocasiona diversidade funcional: a mesma função é executada por diferentes espécies, o que é denominado redundância funcional. Além disso, uma mesma espécie pode ter várias funções (ou seja, cada espécie participa de diferentes processos). A redundância contribui para a estabilidade dos ecossistemas. Assim, solos com comunidades diversas de organismos são mais resilientes, ou seja, recuperam-se melhor dos estresses porque, quando condições ambientais se tornarem adversas para uma ou mais populações com a mesma função (i.e., executam o mesmo processo) outras populações adaptadas àquela nova condição ambiental poderão substituí-las na realização do mesmo processo, que assim poderá ter continuidade.

Denuncia. Crueldade com os animais.

Com uma câmera escondida filmaram animais sendo retirada a pele todos ainda vivos, dizem que é para permitir um corte limpo, depois as carcaças são jogadas em pilhas ainda vivos e por mais ou menos 10 minutos o coração bate e olhos piscam e as patas dos cães tremem, teve um que levantou a cabeça e fixou os olhos ensanguentados direto para câmera.

O vídeo que se segue é de uma violência dolorosa. Os seus silêncios atingem o fundo cada um de nós. Protegendo os animais tornamo-nos maiores. O planeta não é nosso, apenas o dividimos entre todos.

Cuidado ao ver o vídeo, é mesmo muito violento.



Pledge to go fur-free at PETA.org.

Ecoturismo e a consciência ambiental


Contato com a natureza aproxima a população das questões ambientais e
promove a conservação da biodiversidade

Através da aproximação física e afetiva entre cidadãos e seus
patrimônios históricos e naturais, o ecoturismo é uma das formas mais
eficientes de promover a responsabilidade sócio-ambiental. No quesito,
Minas Gerais é referência entre os estados brasileiros, tanto por sua
biodiversidade, quanto por suas políticas públicas preservação. Com
uma vegetação composta majoritariamente por paisagens da Mata
Atlântica e do Cerrado, apresenta belas espécies da flora e da fauna,
além de sítios arqueológicos de inestimável valor.

Atualmente, o estado possui 34 parques sob responsabilidade do poder
público, sendo sete deles abertos à visitação, com infraestrutura para
turismo e pesquisa científica. A eles, o Governo Estadual assegura a
manutenção da mata virgem e do equilíbrio ecológico. Esta é também uma
das contribuições do Governo de Minas Gerais para o combate dos
efeitos do aquecimento global no planeta. Para se ter uma idéia, as
matas nativas são responsáveis pelo seqüestro de 1,5 bilhão de
toneladas de gás carbônico da atmosfera por ano.

Entre os parques, destaca-se a Serra do Espinhaço, reconhecida, há
quatro anos, como reserva mundial da biosfera pela Unesco. Neste
complexo de montanhas, com 3 milhões de hectares de área, esta
localizado um dos mais importantes viveiros de aves e um herbário, que
facilita a identificação das diversas espécies de plantas. Vale
ressaltar que, das 553 reservas da biosfera reconhecidas pela Unesco,
sete estão no Brasil, entre elas a Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga,
três biomas que formam a vegetação de Minas Gerais.

Segundo os órgãos de proteção, estes espaços são fundamentais para o
desenvolvimento de uma consciência ambiental e cultural. Locais que
além de muita beleza natural, narram a história ambiental do pais.
Criado por lei em 1944, a Serra do Espinhaço foi um importante palco
da luta pela conservação ambiental do Brasil, durante a década 30. Por
seu ativismo, Dom Helvácio Gomesa, arcebispo do município de Mariana,
ficou conhecido como ?o bispo das matas virgens? por liderar as
primeiras manifestações pela transformação do espaço em parque estadual.

Já o Parque do Itacolomi proporciona o contato com a memória
econômica, cultural e social do estado, em relação direta com as
belezas de sua fauna e da flora. Nele, foi inaugurado recentemente o
Museu do Chá, que resgata a história da plantação de chá do século
passado, abandonada após a Segunda Guerra Mundial. Além dos
maquinários, os visitantes encontram fotos e objetos de época e um
documentário apresentando a história do chá, desde sua origem na China
até a sua introdução na região de Ouro Preto.

Outros cinco parques estaduais também estão abertos ao público:
Ibitipoca, Nova Baden, Rio Preto, Serra do Brigadeiro e Serra do
Rola-Moça. Todos são áreas de proteção ambiental sob a tutela do
Instituto Estadual de Florestas (IEF). Mais 27 Parques Estaduais estão
sendo criados pelo Governo de Minas Gerais para que também estejam
habilitados a receber o público. Em consonância, o estado tem
investido na conservação de áreas protegidas e na fiscalização ao
desmatamento de vegetação nativa, o maior causador do efeito estufa no
Brasil, fato que ainda coloca o país entre os cinco maiores emissores
de gases no mundo.

Com a nova legislação florestal, por exemplo, a região estabeleceu
regras mais rigorosas para consumo e preservação de seus principais
biomas, a Mata Atlântica e o Cerrado. A nova lei define prazo de 20
anos para a recomposição das Áreas de Preservação Permanente
utilizadas para atividades do agronegócio. A meta é ampliar a
cobertura vegetal nativa no território mineiro até 2023. A nova
legislação ainda estabelece novas regras para recomposição de matas
nativas e cronograma para redução do uso de produtos provenientes de
matas nativas, em especial o carvão utilizado pelas indústrias de
ferro gusa.

Mais informações:

Site do IEF: http://www.ief.mg.gov.br/

Secretaria do Meio Ambiente de Minas Gerais: http://www.semad.mg.gov.br/

Blog do Governo de Minas Gerais: http://blog.mg.gov.br/