Faça xixi durante seu banho e economize água




Uma ONG ambientalista brasileira está lançando uma campanha no mínimo inusitada. Para reduzir o desperdício de água, eles encorajam as pessoas a fazerem xixi durante o banho.
Pelas contas da SOS Mata Atlântica, dá para economizar em média 12 litros de água diários (o equivalente a uma descarga) ao adotar essa prática.
Claro, se levarmos em conta que o banho demore um minuto a mais, com um tempo extra para o xixi, e o chuveiro ficar ligado nesse período, lá se vão cerca de 9 litros de água a mais pelo ralo. Resultado final: economia de 3 litros.
Isso, entretanto, nem é tão importante. “O que a gente quer é provocar, é mexer com a consciência das pessoas”, afirma Malu Ribeiro, coordenadora da rede das águas da SOS Mata Atlântica.
A campanha tem um site, www.xixinobanho.org.br, em que podem ser encontrados muitos dados a respeito do desperdício de água. E, segundo Ribeiro, a resposta das pessoas tem se dado principalmente via internet, levando em conta o lado humorístico da campanha. “Essa reação inicial das pessoas, ‘mas isso não é nojento?’, está sendo muito bacana”, diz.
O lado publicitário da campanha foi planejado pela agência F/Nazca e tem como “garoto-propaganda” um sapo. “Usamos o sapo porque ele é um bicho que só consegue viver onde tem água limpa. Se a água está contaminada, ele morre”, afirma Ribeiro.
A escolha mostra também a preocupação da ONG em não causar um problema de saúde pública. “A gente fez todas as perguntas possíveis aos especialistas, para ter a certeza de que não estaríamos expondo as pessoas a nenhum risco.”


fonte: G1

Campanha do Greenpeace "Meia Amazônia Não"

Aos deputados e senadores:


Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei que, se aprovado, será um golpe mortal para todas as florestas brasileiras e, em especial, a amazônica. O PL 6424/2005, conhecido com Floresta Zero, reduz a reserva legal da região para 50% e ainda permite compensar, em outros locais, qualquer desmatamento que vá além desse limite.

O Brasil demorou 450 anos para botar no chão praticamente uma floresta inteira, a Mata Atlântica, que se espalhava em 1 milhão de quilômetros quadrados entre o Paraná e o Rio Grande do Norte. Infelizmente, parece que não aprendemos nada dessa lição. A velocidade de destruição da Amazônia é quase dez vezes maior. Em pouco menos de 40 anos, já perdemos para sempre mais de 700 mil quilômetros quadrados de Amazônia – o equivalente a quase três estados de São Paulo. Se o Floresta Zero passar no Congresso, a devastação assumirá um ritmo ainda mais avassalador.

O Floresta Zero incentiva a derrubada da floresta e inocenta milhares de crimes ambientais. A Amazônia ocupa 5% do solo do planeta e abriga a maior biodiversidade do mundo. Somos hoje o quarto maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. Cerca de 70% de nossas emissões são decorrentes do desmatamento e das queimadas.

Destruir a Amazônia provoca um grande impacto econômico e social no país. A chuva que é produzida na Amazônia é importante não apenas para a região. Ela ajuda na geração de energia, na produção de alimentos e no abastecimento de água no centro, sul e sudeste brasileiro. Para os mais de 22 milhões de brasileiros que habitam a Amazônia, o desmatamento nunca trouxe desenvolvimento social. Cerca de 85% dos casos de trabalho escravo do país ocorrem nas áreas desmatadas da Amazônia.

Ao invés de aumentar a proteção do meio ambiente e estabelecer metas para a redução do desmatamento, o Congresso Nacional estará dando as costas para a Amazônia e abrindo as portas para mais destruição. A sociedade brasileira exige um ponto final no desmatamento de nossas florestas, em especial a Amazônia. Seja a favor da floresta. Diga não ao PL 6424/2005.


A natureza é racional e revelará seus segredos àqueles que aprenderem a ler e a entender sua linguagem.

George-Louis Leclerc Conde de Buffon

Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.

Mahatma Gandhi

Reflexão

Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.
Mahatma Gandhi

A ÁGUA NÃO É UMA MERCADORIA!

ATÉ QUANDO VAMOS CONTINUAR VENDO ESSES ABSURDOS EM NOSSO PAÍS?

Como se não bastasse o clima seco com escassez de água no semiárido, os programas de revitalização do governo continuam ai travando essa luta de “Combate Contra a Seca”. Já ouviram falar em combate contra a neve, já pensou institutos de ações de combate contra a neve nos países que ela esta presente?

Pois é isso que tentam passar pra gente, sempre transmite na mídia a figura de um reservatório de água seco, claro na época da estiagem, onde fazem toda uma fantasia diante dos fatos... Vale salientar que problemas existem, mais esses é de falta de políticas públicas para o nosso semiárido e não de programas que pendem em favorecer os latifundiários e os donos do poder, como o da foto, onde esse é um trecho de um canal que a priori seria para amenizar os problemas com falta de água na região próximo a Sousa na Paraíba, porém a mensagem é clara “O uso de águas públicas sem autorização legal é crime”, qual a pessoa em sã consciência não irá usufruir da água que passa na frente da sua residência? Simplesmente trata a água como uma mercadoria e não como um bem universal.



Temos que exigir mudança no misticismo de nosso semiárido, que o trata como se fosse um só, usado apenas de curral eleitoral, usado para se fortalecer perante todo o público nacional, chega de conversa retrógada de que a situação vai melhorar seguindo o plano A ou o plano B. “Região que falta água!” não e sim “Região que falta estratégicas de armazenamento.
Olha só a falta de água no semiárido!!!

Porto Alegre (RS), Brasil — Projeto, que conta com apoio do Greenpeace, poderá beneficiar 56 mil estudantes de 95 escolas municipais de Porto Alegre.



Projeto de lei que proíbe o uso de alimentos geneticamente modificados nas merendas de escolas municipais de Porto Alegre (RS) foi apresentado nesta terça-feira à Câmara Municipal pelo vereador Beto Moesch (PP). A iniciativa, que conta com o apoio do Greenpeace, poderá beneficiar 56 mil estudantes de 95 escolas municipais da capital gaúcha.

Ao justificar o seu projeto, o vereador lembrou que o consumo de alimentos transgênicos vem sofrendo restrições no mundo inteiro e que ainda não há comprovação da segurança desses produtos para a saúde humana e meio ambiente.

O projeto prevê a priorização do uso de alimentos orgânicos que, segundo Moesch, além de mais saudáveis, é educativo, pois coloca a comunidade escolar em contato com um sistema de produção que busca manejar de forma sustentável os recursos naturais.

"Este projeto tem uma dupla função: garantir alimentação segura para os estudantes das escolas municipais de Porto Alegre e incentivar fornecedores a trabalhar com produtos não transgênicos. É muito simbólico que a capital do Rio Grande do Sul, que produz a maior parte do arroz brasileiro, pense em afastar do prato de seus estudantes alimentos transgênicos", afirma Rafael Cruz, coordenador da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace, lembrando que o Brasil pode ser o primeiro país do mundo a plantar e consumir um arroz transgênico. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) analisará no próximo dia 18 um pedido da Bayer para a liberação comercial do arroz geneticamente modificado LL 62, resistente ao agrotóxico glufosinato de amônio - produzido pela própria Bayer.

O Rio Grande do Sul produz 57% do arroz brasileiro.


Fonte: Greenpeace

http://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/noticias/projeto-de-lei-pro-be-transg-n

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I CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTALIII ENCONTRO NORDESTINO DE BIOGEOGRAFIAEducação para a sociedade sustentável e saúde global
João Pessoa, 10 a 13 de junho de 2009.
Grupos de Trabalho:
• Educação ambiental e saúde global
• Redes de Educação Ambiental: políticas, projetos e ações
• Educação ambiental e mobilização social • Mudanças climáticas e biodiversidade
• Conservação e manejo dos ecossistemas
• Agroecologia e extrativismo
• Agroindústria, agricultura familiar e segurança alimentar
• Planejamento dos recursos hídricos
• Gerenciamento dos ambientes costeiros
• Meio ambiente, paisagem e turismo
• Ecopedagogia, cidadania e educadores ambientais
• Plantas medicinais, cultivo, extração e industrialização
• Direito e legislação ambiental na sociedade de consumo
• Tecnologias e materiais sustentáveis para construção
• Ciclos de vida, reciclagem e reutilização do produto industrial
• Resíduos e saneamento ambiental
Envio de Trabalhos:

Normas para envio de artigos apresentados em conferências, palestras, grupos de trabalho e painéis
• Os trabalhos completos deverão ser enviados até o dia 15 de maio de 2009.
• Os artigos deverão ser enviados para o email gs_consultoria@yahoo.com.br, com os seguintes documentos em anexo:-Trabalho completo no formato de artigo científico, salvo EXCLUSIVAMENTE no WORD (.doc), nomeando o arquivo com o título do trabalho resumido.-Ficha de inscrição-Comprovante de depósito-Comprovante de Estudante (se for o caso)
• Cada inscrição credita ao participante a apresentação de no máximo dois trabalhos.
• É permitida a assinatura de até três autores para cada trabalho inscrito.
• Os trabalhos deverão ser redigidos de forma concisa, com exatidão e clareza necessários à sua fiel compreensão. Digitação do texto com máximo de 10 páginas, letra Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5 (entre linhas), margem de 2 cm em todos os lados, justificado e sem dividir palavras no final da linha. Nomes científicos e palavras estrangeiras grafados em “itálico”.
• Resumo: Inserido no corpo do artigo, escrito em língua portuguesa, espanhol ou inglês, com no máximo 300 palavras, e seguidos de até cinco palavras-chaves.
• Título: O título deve dar uma idéia precisa do conteúdo e ser o mais curto possível, escrito em letras maiúsculas tamanho 12, CENTRALIZADO.
• Autores: Constar sempre na sua ordem correta, sem inversões, com o sobrenome maiúsculo e ALINHADO À DIREITA. Após os autores, os endereços institucionais, seguidos de e-mail do autor correspondente.
• Ilustrações: As tabelas e as figuras limitadas ao necessário, numeradas em arábico e insertas no texto: tecla “Inserir Figura” do Word e nunca “recortadas” e “coladas”. As legendas devem ser auto-explicativas colocadas acima nas tabelas e abaixo nas figuras.
• Nunca use negrito no texto, em parte ou para destacar expressões.
• Painéis: espaço reservado para estudantes de graduação; comprimento: 1,20m; largura: 1,0m.
• Grupos de Trabalhos (GT): espaço reservado para estudantes de pós-graduação e profissionais; será disponibilizado equipamento de datashow.
• As normas são aplicadas indistintamente a todos os trabalhos apresentados: conferências, palestras, grupos de trabalho e painéis.
• Os trabalhos serão publicados em livro eletrônico (CD) com ISBN.
• Os congressistas presentes receberão certificados de participação. A emissão de certificados dos minicursos está condicionada a frenquencia das aulas.
• Os certificados de apresentação dos trabalhos destinam-se exclusivamente aos autores presentes no respectivo GT ou Painel.
Informações:
(83) 3243-7264; (83) 8834-7180,
gs_consultoria@yahoo.com.br

EVENTO VERDE: IX SEAGRA - Semana de Agricultura Alternativa


TRABALHO SUSTENTÁVEL

ARRIBAÇÃ – ASSOCIAÇÃO DE APOIO A POLÍTICAS DE MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA, CONVIVÊNCIA COM A SECA, MEIO AMBIENTE E VERTICALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO FAMILIAR


HISTÓRICO

Fundada em 2003 a ARRIBAÇÃ surge a partir da idéia de um grupo de pessoas compromissadas em desenvolver trabalhos que contribuíssem com a melhoria da qualidade de vida de agricultores familiares, através de processos educacionais. Tem como princípios a valorização e fortalecimento das dinâmicas locais no contexto das experiências da agricultura familiar agroecológica e no desenvolvimento sustentável...




OBJETIVOS

@ Contribuir para o desenvolvimento socioeconômico sustentável da Agricultura Familiar
@ Apoiar atividades ligadas à melhoria da qualidade de vida nas áreas de agricultura, meio ambiente, cultura popular, educação do campo entre outras.
@ Estimular a formação, capacitação, qualificação e o aperfeiçoamento profissional de Agricultores Familiares e suas representações...

MISSÃO

Contribuir com o desenvolvimento sustentável, respeitando os princípios da agroecologia, através de políticas educacionais para melhorar a qualidade de vida da Agricultura Familiar no Nordeste Brasileiro.

AÇÕES DESENVOLVIDAS

# Parcerias da política de desenvolvimento territorial no estado da Paraíba:

o Bases de apoio a serviços de comercialização da Agricultura Familiar;
o Formação de Agentes de Desenvolvimento locais;
o Apoio a Dinamização Econômica nos Territórios.

# Projeto Escola Participativa do algodão Agroecológico:


o Transição agroecológica e ações de certificação, comercialização do algodão;
o Rede da Paraíba de Algodão Agroecológico.

# Educação do campo:


o Projeto: Comunidade Escolar e Escolas Rurais; o elo entre o conhecimento, a aprendizagem e a gestão;
o Rede de Educação do Campo do Território da Borborema.

# Formação cidadã e desenvolvimento:


o Estágios e vivências;
o Apoio a Projetos Comunitários;
o Participação na Rede do Conhecimento Agroecológico do Território da Borborema.

PARCEIROS NAS AÇÕES:

# AAUC
# AS-PTA
# Associações de Agricultura Familiar
# Cooperativas de Agricultores Familiares
# Coopnatural
# DFDA/MDA
# Embrapa Algodão
# EMATER’s
# HOLOS
# Pólo Sindical e das Organizações da Agricultura Familiar da Borborema
# Prefeituras
# Rede Paraíba de Algodão Agroecológico. Rede de Educação do Campo e Rede do conhecimento Agroecológico do Território da Borborema
# Sindicato de trabalhadores e Trabalhadoras Rurais
# SEBRAE
# UFPB
# VINCULUS

Entre em contato com essa instituição:

Telefone: (83) 9936 0590 Arribaçã
Página na Web: http://www.arribaca.org.br
E-mail: avedaterra@yahoo.com.br
Endereço: Rua Virgínia Lázaro dos Santos, 103/CEP: 58398-000 Remígio - PB